domingo, 2 de agosto de 2015

Desafio da Primavera de Basquete 3x3 Ilhéus/BA


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Do FLAMENGO para NBA, grande brasileiro.

Las Vegas, Estados Unidos – Depois do acerto de Raulzinho Neto com o Utah Jazz, Cristiano Felício é o oitavo atleta do país confirmado para a temporada 2015-2016 da NBA. O pivô, de 2,10m, campeão do NBB 7 pelo Flamengo (RJ), assinou contrato de dois anos com o Chicago Bulls, franquia pela qual está disputando a Summer League, em Las Vegas. Considerado um dos principais jogadores da nova geração do basquete brasileiro, Felício, que completou 23 anos no último dia 7, estreou pela equipe na noite do último sábado (11) na vitória sobre o Minnesota Timberwolves por 84 a 71.

“É o melhor presente de aniversário que eu poderia receber. Vim para os Estados Unidos com um objetivo na cabeça, que era mostrar o meu basquete e dar o meu melhor para aproveitar essa oportunidade. Queria apenas fazer uma grande Summer League e já recebi essa notícia maravilhosa. Quero fazer um grande campeonato e ajudar o meu novo time a ir longe no torneio”, vibrou o pivô.

Cristiano Felício, que teve seu nome inscrito no Draft 2014, foi eleito o ‘Melhor Pivô’ do Eurocamp em 2014 (Treviso/Itália) e fez apenas dois treinos em Chicago antes de seguir para Las Vegas. O jogador foi um dos nomes mais comentados durante as três partidas que o Flamengo disputou na pré-temporada da NBA no ano passado (contra Phoenix Suns, Orlando Magic e Memphis Grizzlies). Entre as principais conquistas de sua carreira, estão os títulos de campeão da Copa Intercontinental (2014), bicampeão do NBB (2015/2014), campeão da LDB (2014) e bicampeão do Campeonato Estadual do Rio (2013/2014).

O pivô se junta na NBA a Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), Bruno Caboclo e Lucas ‘Bebê’ Nogueira (Toronto Raptors), Leandrinho Barbosa (Golden State Warriors), Nenê Hilário (Washington Wizards), Raulzinho Neto (Utah Jazz) e Tiago Splitter (Atlanta Hawks).

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Ilhéus 3x3 basquete, cultura e música.

       
 No Brasil existem 2 grandes pólos de basquetebol bem desenvolvidos e reconhecidos pelas grandes equipes e clubes, e pela realização de grandes eventos e torneios de todas as formas: São Paulo e Rio de Janeiro. 
         Foi nos anos 90 que as duas cidades começaram a receber grandes torneios de basquete de rua, basquete 3x3 ou streetball, sob a responsabilidade de grandes marcas como Adidas, Reebook, Gatorade, NBA e AND1. 
Vimos a formação de várias equipes como a equipe da CUFA, LUB e AND1 do Brasil, no entanto, como os torneios geridos pelas marcas eram de caráter promocional, eles desaparecem mais rápido do que apareceram, gerando um descuido com a modalidade e desvalorização dos atletas. Destaca-se os bons torneios permanentes da CUFA no Rio debaixo do viaduto no formato 4x4 e da TV TEM BASQUETE DE 3 no interior paulista. 
         Fundada em 2015 a DMR 3X3 foi criada por um ex-jogador de basquete Daniel Mendes da Rocha(Gestor da DMR agenciadora de atletas), para buscar a valorização dos torneios realizados dentro de Ilhéus visando incentivar a pratica e o desenvolvimento dos torneios de nível local, regional, estadual e nacional. 
         Com o reconhecimento do Basquete 3x3 como modalidade oficial pela FIBA e CBB, nossa missão tornou-se de maior responsabilidade, necessitando de maior organização na realização dos Torneios nas regras e regulamento FIBA. 


        Defender os interesses dos jogadores e motivá-los a pratica desportiva competitiva, saudável e organizada, através de ampla divulgação dos torneios, regulamentos e condições de jogo. Bem como buscar parcerias públicas e privadas para a realização de torneios e criação de espaços que satisfaçam seus praticantes. 

       Contamos com a força de todos os basqueteiros e apaixonados pelo esporte para juntos desenvolver um plano de valorização do Basquete 3x3 e dar a nossa contribuição para o sonho olímpico, assim como de todas as autoridades públicas e gestores desportivos. 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

BASQUETE BRASIL FORA DAS OLIMPIADAS

O risco de ficar fora dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro é real para o basquete brasileiro. Nesta semana, a Fiba (Federação Internacional de Basquete) disse aoUOL Esporte que recusou uma proposta de parcelamento dos US$ 700 mil (cerca de R$ 2,173 milhões) devidos pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB), referente ao convite para a Copa do Mundo da Espanha  do ano passado.
Com essa dívida, as seleções brasileiras e os clubes nacionais podem ser suspensos por até dois anos de torneios internacionais. A punição para entidades inadimplentes por mais de 90 dias está prevista no estatuto do órgão internacional – foi por causa dessa conta que a Fiba ainda não confirmou a vaga olímpica automática para o basquete brasileiro.
"O Comitê Executivo da Fiba tomou nota da proposta oferecida pela CBB para quitação da dívida até 2019, mas não aceitou sua proposta. Em uma carta enviada à CBB, o Comitê Executivo confirmou que precisa de uma solução até 31 de julho de 2015 para que todos os times saibam como será o processo qualificatório para os Jogos Olímpicos e para o Pré-Olímpico Mundial. Após uma solicitação feita pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) e CBB, a Fiba aceitou fazer uma reunião durante os Jogos Pan-Americanos", informou a Fiba em nota enviada ao UOL.
A reportagem apurou também que, para evitar problemas, os brasileiros pretendem usar o dinheiro da renovação do patrocínio com a empresa de material esportivo Nike para quitar a dívida. A renovação do acordo até o ciclo olímpico dos Jogos de 2024 está praticamente fechada. O problema é que a ideia inicial da CBB era usar o contrato como garantia do parcelamento – que iria até 2019. Essa foi a proposta recusada. Procurada pela reportagem, a Nike informou que "não divulga informações de contrato respeitados por cláusulas de confidencialidade".
A situação financeira da CBB é crítica. Em seu balanço de 2014, divulgado em maio, a entidade apresentou uma dívida acumulada de R$ 13 milhões. Além disso, a entidade ainda corre atrás de um patrocínio estatal para rechear seu cofre, também abastecido com verba do Bradesco, seu patrocinador master. O Ministério do Esporte tem ajudado em negociações com os Correios, mas até agora não há previsão para que o acordo seja firmado.
A dívida original do Brasil com a Fiba é de cerca de R$ 3 milhões, valor que a CBB aceitou pagar para a Fiba em troca de um convite para a Copa do Mundo de basquete masculina – em 2013, o Brasil não conseguiu a vaga na quadra. Desses, R$ 2,173 milhões (US$ 700 mil), correspondentes a duas parcelas, estão em atraso.
Como já havia sido informado anteriormente, a Fiba deu até o dia 31 de julho para que a CBB apresentasse uma solução definitiva para o problema. Caso contrário, além de ficar sem a vaga direta na Olimpíada de 2016, as seleções masculina e feminina correm o risco de ser impedidas de participar dos Campeonatos Pré-Olímpicos, que acontecem em agosto. O torneio das mulheres será realizado em Edmonton-CAN (entre 8 e 16 de agosto) e o dos homens na Cidade do México (entre 31 de agosto e 12 de setembro).
Procurada pela reportagem, a CBB confirmou a realização da reunião com a Fiba durante o Pan, que tem início em 10 de julho.

"A Confederação Brasileira de Basketball confirma o recebimento da carta da FIBA e as informações contidas nela. A CBB somente irá se pronunciar sobre o assunto após a reunião em Toronto", disse a entidade por meio de nota oficial.

Entre os dias 7 e 9 de agosto, o Conselho da Fiba se reunirá em Tóquio (JAP) para fazer suas deliberações sobre o tema.

ATLETA DE BASE DA DMR BASQUETEBOL ILHÉUS VIRA NOTÍCIA NO NBA CAMP E ESPN.

A atleta Ana Luiza Ramos Pires , jogadora da Equipe DMR Basquetebol ( escolinha de basquete de Ilhéus), teve a oportunidade de viver a experiência única da NBA.Estar presente em uma metodologia de trabalho com profissionais da melhor liga de basquete do mundo NBA, realmente é um grande marco para o baquete local, vivenciando e aprendendo: táticas, técnicas / individuais adaptadas ao nível de cada jogador através de sessões de formação intensiva com monitorização contínua de progressão individual.


Nós da escolinha de basquete de ilhéus(DMR) também iremos trabalhar na transmissão de valores envolvidos no esporte e que estão presentes na NBA: esportividade, trabalho em equipe, respeito, liderança, sacrifício, intensidade e paixão pelo jogo.Queremos desenvolver habilidades esportivas além disso, em basquetebol, desenvolver atitudes positivas e desfrutar de experiências únicas e inesquecíveis em um quadro DMR basquetebol.

A escolinha de basquete feminino e masculina são divididas pela manhã e tarde,atenderemos a todas as faixas etárias, com inscrições feitas inicialmente pela pagina da seleção de basquete de Ilhéus/facebook.


A formação de vários grupos de esporte de base é de fundamental importância para o futuro do Brasil.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Reunião com Vitória pode definir futuro da franquia de basquete de Uberlândia.


As próximas duas reuniões do presidente Wellington Salgado serão importantes para definir o futuro da franquia da equipe de basquete de Uberlândia no Novo Basquete Brasil (NBB). Depois de anunciar cortes no departamento de marketing do grupo de universidades que custeia as despesas do time, e dizer que a equipe não fica mais em Uberlândia, Salgado vai se reunir nesta terça-feira, na Bahia, com dirigentes do Vitória. Posteriormente, ainda sem data definida, terá um encontro com empresários de Uberlândia.


- Recebi um e-mail de um diretor do Vitória com desejo de ter um time no NBB. Parece que eles já têm um time lá, mas disputa outras competições. Vamos conversar e saber o que eles pensam. Mas posso adiantar que a franquia não será vendida para ninguém – falou Salgado.
O encontro foi confirmado pelo diretor de esportes olímpicos do clube baiano, Mário Ferrari. O dirigente, no entanto, enfatizou que o clube não tem condições de fazer investimento financeiro que não seja no futebol no momento.
- O Vitória não vai investir dinheiro. O clube passa um momento difícil, péssimo. Precisamos centralizar todos recursos no futebol. Não temos condições de fazer isso. Temos o time de basquete que disputa Campeonato Baiano, mas são competições com valores menores - explicou.Além desta reunião, o Wellington Salgado terá outro encontro em Uberlândia com representantes de uma empresa do setor atacadista e também o empresário Fábio Pergher, do ramo de produtos de limpeza. A reunião não significa que o time vá permanecer no Triângulo Mineiro e ainda não tem data marcada.

- As pessoas de Uberlândia acostumaram sempre com times fortes, para ficar pelo menos entre os quatro. Não aceitam classificar em 12º. Em outra cidade, que ainda não tem um time no NBB, a aceitação de um time modesto é melhor. Mas vou reunir com os meus parceiros de Uberlândia, quero saber deles o que pensam. Como são donos de marcas nacionalmente conhecidas, talvez eles queiram explorar outra cidade.
Após anos de boas campanhas no NBB, inclusive com o vice-campeonato na temporada 2012/13, a equipe do Triângulo Mineiro diminuiu os investimentos em 2014. Como consequência, o Uberlândia perdeu 22 dos 30 jogos que disputou na fase classificatória, em campanha que foi marcada pela luta contra o rebaixamento, com remotas chances de classificação aos playoffs, até a penúltima rodada. Uma das causas da queda de rendimento da equipe foi a não renovação dos contratos de jogadores consagrados, como Robert Day, Helinho, Cipolini e Valtinho. O grupo do presidente Wellington Salgado comanda nove universidades pelo país, uma delas em Uberlândia. O dinheiro utilizado para bancar o time vem do marketing dessas instituições. Devido à crise financeira pela qual passa o grupo, existe a possibilidade do time não seguir na cidade.

BASQUETE É O ESPORTE COLETIVO BRASILEIRO COM MAIS MEDALHAS NOS JOGOS PAN-AMERICANOS

Rio de Janeiro, RJ Esporte coletivo do Brasil com mais medalhas na história dos Jogos Pan-Americanos, o basquete tentará voltar ao topo do pódio este ano na 17ª edição, a partir do dia 10 de julho, em Toronto, no Canadá. Até hoje, as Seleções Brasileiras Masculina e Feminina somam 24 láureas nos Jogos, sendo oito de ouro. Os homens subiram 13 vezes no pódio, com cinco ouros, duas pratas e seis bronzes. As mulheres somam 11 medalhas, sendo três ouros, quatro pratas e quatro de bronze.

“O basquete é um dos esportes mais vitoriosos do esporte brasileiro, com grande apelo de público, mídia e patrocinadores. O Comitê Olímpico do Brasil tem orgulho de compartilhar essa história, repleta de grandes ídolos e inesquecíveis conquistas”, afirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.

O Brasil conquistou medalha no basquete logo em sua primeira participação tanto no masculino quanto no feminino. Os homens faturaram o bronze na edição de estreia do Pan, em Buenos Aires, na Argentina, em 1951. O torneio das mulheres só estreou quatro anos depois, na Cidade do México, e a Seleção feminina ficou em terceiro lugar. A primeira medalha de ouro masculina veio em Cali, na Colômbia, em 1971. Já as mulheres ficaram com o título pela primeira vez em Winnipeg, no Canadá, em 1967.

“Ao longo das 16 edições dos Jogos Pan-Americanos, os jogadores de basquete do Brasil sempre honraram e representaram muito bem o país. São muitas conquistas importantes e marcantes nestes mais de 60 anos dos Jogos. No quadro de medalhas da modalidade, estamos atrás apenas dos Estados Unidos. Eles têm 26 medalhas e nós 24”, disse o presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Carlos Nunes.

O Brasil já viveu grandes emoções no basquete nos Jogos Pan-Americanos. Em Indianápolis, nos Estados Unidos, em 1987, Oscar, Marcel e companhia venceram os americanos na final por 120 a 115. A equipe da casa contava em seu elenco com o pivô David Robinson, futuro integrante do Dream Team nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha, em 1992, Dan Majerle e Danny Manning.

Em Havana, Cuba, em 1991, foi a vez das mulheres brilharem. Diante do então presidente cubano Fidel Castro, Magic Paula e Hortência não deram chances para as donas da casa e faturaram a medalha de ouro com uma vitória na final por 97 a 76. Na cerimônia de pódio, Fidel brincou com as duas jogadoras dizendo que não ia entregar as medalhas, pois as duas tinham trapaceado já que estariam com miras-laser e não erravam os alvos.

O ala-armador Marcelinho Machado é o único tricampeão do basquete brasileiro, tendo vencido em Winnipeg, em 1999, Santo Domingo, na República Dominicana, em 2003, e no Rio de Janeiro, em 2007. Os jogadores com recorde de participações (5) são Marcel de Souza, entre os homens, e Delcy Marques e Marlene Bento, entre as mulheres. Já Antonio Carlos Barbosa é o técnico recordista em participações, também com cinco.

Atual Diretor Técnico da CBB, Vanderlei Mazzuchini Junior, esteve presente no Pan de 1999. Ele integrou a equipe que deu início ao domínio do basquete brasileiro nos Jogos, somente interrompido na última edição, em Guadalajara, no México, em 2011. 

“Foi uma ótima conquista, com certeza o título mais importante de uma geração que já estava com jogadores com 28, 29 anos. Teve uma repercussão legal e foi o primeiro do tricampeonato consecutivo”, lembrou Vanderlei.

Por duas vezes, o Pan foi realizado no Brasil. E em ambas a Seleção Brasileira subiu no pódio. Em São Paulo, em 1963, tanto homens quanto as mulheres ficaram com a prata após derrotas na final para os Estados Unidos. No Rio de Janeiro, em 2007, a equipe masculina conquistou o tricampeonato consecutivo, enquanto o time feminino foi novamente derrotado pelos Estados Unidos na decisão, que marcou a despedida da ala Janeth Arcain da Seleção Brasileira

sábado, 11 de abril de 2015

“MEMÓRIAS DO PAN” VAI RELEMBRAR OS MOMENTOS MARCANTES DO BASQUETE

Rio de Janeiro, RJ – A partir da próxima segunda-feira (dia 13), a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) inicia em seu site oficial a série “Memórias do Pan”. O objetivo é contar a trajetória do basquete brasileiro nos Jogos Pan-Americanos, por meio de momentos marcantes no evento, até o início da 17ª edição, no dia 10 de julho, em Toronto, no Canadá. Com 24 medalhas, o basquete é o esporte coletivo do Brasil com mais láureas na história dos Jogos. Serão 14 reportagens ao todo. Na estreia segunda-feira, será apresentada uma visão geral da participação brasileira, com depoimentos do presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, do presidente da CBB, Carlos Nunes, e do Diretor Técnico da entidade, Vanderlei Mazzuchini Junior, medalha de ouro em Winnipeg, no Canadá, em 1999. Nas semanas seguintes serão apresentadas outras matérias: a emblemática conquista da medalha de ouro em Indianápolis, nos Estados Unidos, em 1987, após vitória sobre os americanos; a reverência do então presidente de Cuba, Fidel Castro, às jogadoras Magic Paula e Hortência, no Pan de Havana, em 1991; uma entrevista com o ala-armador Marcelinho Machado, único tricampeão do basquete; entre outras.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Super Copa Brasil de Basquete Masculino

A Copa Brasil de Basquete Masculino é uma competição oficial promovida, organizada e dirigida anualmente pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB). A Copa Brasil de Basquete foi um torneio de basquete masculino que voltou a ser disputado em 2012, sob organização pela Confederação Brasileira de Basketball. A edição da Super. Copa Brasil de Basquete Masculino 2012 teve como campeão o Mogi das Cruzes Basketball Clube, de Mogi das Cruzes. Com a participação de 8 Equipes que ganharam o direito de disputar a competição - realizada entre 01 e 05 de maio de 2013 - a partir dos resultados de CINCO COMPETIÇÕES classificatórias, que assim definirão os finalistas: Copa Brasil Sul (2), Copa Brasil Sudeste (3), Copa Brasil Nordeste (1), Copa Brasil Norte (1) e Copa Brasil Centro-Oeste (1). O campeão e o vice da Super. Copa Brasil 2013 ganharão direito de pleitear uma vaga na edição 2013/14 da NBB desde que atendam todos os requisitos exigidos pela LNB.É o maior e mais democrático torneio de basquetebol disputado no Brasil, reuniu 40 Equipes de 21 Unidades Federativas do país. A novidade no tornei pode ser a forte equipe de Ilhéus,que recebeu da Confederação Brasileira de Basquete o convite de participar do evento(Pres.CBB: Carlos Nunes). Sobre o comando do renomado Tec. Jordino, que tem diversos títulos em sua bagagem. Jordino esteve no Rio de Janeiro,assistindo jogos do Melhor time do Brasil FLAMENGO, colhendo informações, analisando estratégicas para o andamento do ano. A equipe em evolução, conta com um plantel de jogadores, que buscam seu lugar ao sol, na tradicional competição brasileira, sob olhar dos holofotes da EMPRENSA brasileira, pode ser uma ótima vitrine para atletas que querem seguir suas carreiras no basquete nacional.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

CBB E MINISTÉRIO DO ESPORTE ENTREGAM EQUIPAMENTOS DE BASQUETE NO MARANHÃO

São Luís, MA - O ministro do Esporte, George Hilton, participou nesta quinta-feira (dia 5) da entrega de dois novos equipamentos de basquete – piso flutuante, apontadores, tabelas e placares - do ginásio Georgiana Pflueger, o “Castelinho”, em São Luís, no Maranhão, comprados pela CBB por meio de convênio com o Ministério do Esporte. Além do Ministro estiveram presentes o Secretário Executivo do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, o Governador do Maranhão, Flávio Dino, o secretário de estado do esporte e lazer, Márcio Jardim, o presidente da CBB, Carlos Nunes, o diretor de eventos, André Alves, o presidente Federação Maranhense, Manoel Castro, e a jogadora do Maranhão Basquete, Iziane Marques. “Nós temos outros desafios em outras modalidades, acredito que o basquete aqui no Maranhão está bem servido e agora nos dá alegria. Temos que fazer com que essas crianças que hoje estão aqui, acreditem que tiveram todas as oportunidades oferecidas pelo poder público, entidades e apoiadores do basquete. Os investimentos feitos aqui são da ordem de R$ 6 milhões e a nossa meta é que todas as capitais do Brasil tenham uma pista de atletismo, uma piscina olímpica, que aqui assumimos o compromisso de reformar, e um ginásio, para que haja espaços para treinamento e formação de novos atletas”, afirmou Hilton. O plano do ministro é que as estruturas usadas pelos atletas de alto rendimento também sirvam para o desenvolvimento da base esportiva do país. Para ele, a política pública do setor deve ser voltada para a educação dos jovens. “Com a mesma disposição que alocamos recursos para o alto rendimento, para termos um bom desempenho nos Jogos Rio 2016, queremos desenvolver o esporte social. Queremos chegar a todos os municípios, oferecendo espaços públicos para a prática de esportes. São Luís recebe, hoje, os gestores de esporte de todo o Brasil para discutirmos o futuro do setor. Queremos o Brasil uma potência esportiva, mas, sobretudo um exemplo na formação de cidadãos através do esporte”, projetou Hilton. O ginásio “Castelinho” – palco de treinos e jogos do Maranhão Basquete, que disputa a liga nacional feminina – foi equipado por meio de convênio entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Basketball (CBB). Com investimentos de R$ 2,7 milhões foram adquiridos dez kits como o entregue em São Luís. O presidente Carlos Nunes falou da importância da entrega dos dois primeiros kits dos dez que foram comprados para o desenvolvimento das categorias de base, além de ter destacado o legado. "Essa primeira inauguração já faz parte do legado dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Os equipamentos serão importantes principalmente para as equipes de base, pois as federações poderão, agora, ter condições de programar as suas atividades com os equipamentos oficiais da FIBA (Federação Internacional de Basketball). Esse trabalho realizado em conjunto com o Ministério do Esporte vai contribuir muito para o fortalecimento da nossa base", explicou Nunes. O presidente Federação Maranhense de Basquetebol (FMB), Manoel Cid Lourenço Costa Castro agradeceu pela conquista dos novos equipamentos e falou dos planos para 2015, que são prioridades da sua gestão. “Fazemos basquete no Maranhão com amor e responsabilidade. Gostaria de agradecer a CBB e ao Ministério, pois em parceria com a Secretaria de Esporte e Lazer do Estado vamos implementar o trabalho nas categorias de base com a criação de centros de treinamentos, todos em parceria com os clubes filiados. Essa é uma de nossas prioridades", frisou Manoel. Para a principal estrela do time maranhense, Iziane Marques, contemplada pelo Bolsa-Atleta, o novo piso diminuiu o risco de lesões. “Para os atletas de alto rendimento, que treinam várias vezes por dia, intensamente, este piso diminui o impacto. Treinar em um piso de concreto diminui a vida útil de um atleta. Esse piso aumenta nossa vida útil, diminui as nossas lesões e podemos jogar duas partidas consecutivas sem problemas. Por isso, padronizar todos os ginásios do país é algo muito importante”, elogiou. Os equipamentos modernos garantem maior segurança para os jogadores e propiciam longevidade aos atletas, minimizando riscos de lesões, além de permitir intercâmbio com equipes e seleções estrangeiras. As quadras poderão acolher competições nacionais e internacionais. A confederação pretende aproveitar a nova infraestrutura para levar às regiões do país competições como a Super Copa Brasil; Campeonatos Brasileiros de base; etapas de treinamento das seleções nacionais; e campeonatos estaduais. Formação Ciência no esporte é outro destaque dos investimentos. A confederação vai realizar oito cursos de formação e certificação da Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol (ENTB), locar programa de estatística de jogo e desenvolver uma ferramenta eletrônica que permita o controle da carga de treinamento dos atletas. Para proporcionar a treinadores da modalidade um crescimento didático e metodológico, os cursos irão capacitar 1,2 mil técnicos de basquete com padronização nacional, baseados nos sistemas mais modernos de treinamento internacional. A expectativa é que 120 mil jovens sejam diretamente beneficiados pelo convênio e que cada treinador participe na formação esportiva de até 100 jovens.